Ás vezes não têm a sensação de que o tempo está a passar demasiado depressa? Que o tempo que temos não é suficiente para tudo o que precisamos e queremos fazer? Que o dia é demasiado pequeno e que as horas e os dias passam a correr?
Chego sempre ao final do dia com a sensação de que nunca fiz tudo o que precisava, de que precisava de mais horas no meu dia para fazer tudo aquilo que me tinha proposto...
Parece que tarefas, sonhos e ideias ficam sempre por concretizar de tal é a rapidez com que tudo passa e, infelizmente, parece que apenas tem tendência a piorar e sim, isso assusta-me bastante, assusta-me tanto que ás vezes fico paralisada e aí não faço mesmo nada.
Um desabafo, mais um...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Talvez...
Publicada por . à(s) 11:57 0 comentários
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
A vida lá fora
- Não escrevo nada um poema.
- Que chata!
- Chata? Eu? Eu sou a pessoa mais paciente do mundo. Mas já fui impaciente sim. E impulsiva. Às vezes tenho saudades de ser assim.
- Com sangue na guelra?
- Sim.
- Agora já não és?
- Não. Quase nunca. Cheguei à conclusão que não vale a pena ser assim. O sumo que recolhia desses frutos nunca me matou a sede. Mais vale viver calmamente no meu cantinho, afundar-me no sofá e fechar-me ao mundo. Deixar que a vida lá fora corra a um ritmo que já não quero alcançar.
- Não queres ou não consegues?
- Talvez consiga mas não tento sequer saber se consigo ou não. Estou cansada.
- Do quê?
- Apenas cansada.
Publicada por . à(s) 10:52 0 comentários
Prometo...
…a mim mesma que não posso deixar de escrever. Aqui ou nos cadernos, na agenda ou nos rascunhos do telemóvel…tenho que registar momentos ou pensamentos. Raras são as vezes em que releio. Aliás, acho que só o faço nas agendas quando passo de um ano para o outro as datas importantes e assim vou revivendo um pouco do ano que passou. Milhares de vezes me apetece fugir das letras e rumar para um mundo onde elas não existam. Mas diz quem sabe que a minha vida está também materializada naquilo que escrevo, nas dezenas de cadernos que me acompanham há anos. Diz também quem sabe que quando escrevo é como se deixasse arrumado numa caixinha um retalho de uma manta que construirei até morrer, e onde a cor de cada letra só eu tenho o poder de escolher. Sou assim, arrumada e organizada, compulsivamente. Cada vez mais. É doentio, mas eu sou assim e lutar contra isso seria rasgar o que consegui coser até agora. Não luto. Nem pensar. Continuarei também a escrever…até que os dedos deixem de ter a força de agora e entregue tudo aquilo que vivi a quem me dá razões para sorrir.
Publicada por . à(s) 10:37 0 comentários
Desilusão
Publicada por . à(s) 09:58 0 comentários
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
As vezes...
Ás vezes páro... fico prostrada em lado algum e baixo os braços.
Muitos pensam que desisto! Outros pensam que acabou!
... e eu apenas espero que alguém me puxe!
Publicada por . à(s) 14:47 0 comentários
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Uma mulher melhor!
Publicada por . à(s) 14:17 0 comentários


