Sabes quando tens aquela pergunta entalada na garganta que te apetece perguntar mas sabes que não deves mesmo fazê-lo, que não têm lógica, não faz sentido, magoa, e que mesmo assim está aqui, presa. A incomodar. A pedir resposta...
Sabes?
Para uma pergunta tão parva como esta só há uma solução ainda mais parva.
Vou comer um bocado da côdea de pão para fazer descer a pergunta antes que ela salte fora.
Hoje acho que intitulo este dia como o dia dos pensamentos altamente parvos.
Preciso de férias.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Parvoíces, mais parvoíces e sempre mais parvoíces... e parece que a parvoíce não acaba
Publicada por . à(s) 17:25 0 comentários
"Há momentos em que todos sonhamos com uma outra espécie de amor, livre e leve, mas todos sabemos que não são essas as premissas do verdadeiro amor. Somos todos prisioneiros de um sonho ou de uma realidade, no fundo, nunca somos livres."
Talvez seja verdade. Mas juntos, temos momentos em que somos livres. E mesmo que não passem de momentos, não deixam de existir e de ser importante a sua menção.
"Saudades um do outro é algo que vamos sentir sempre, não é? Quando duas pessoas foram tão próximas como nós, e viveram essa proximidade de uma maneira única, aquilo a que tão raramente podemos chamar de intimidade, há marcas que ficam para sempre na nossa memória, sendo por isso inútil, e até ingénuo, tentar apagá-las."
Fecho os olhos e abraço-te, tu fechas os teus e sentes-te abraçado.Isto faz com que umas vezes a saudade alivie, outras vezes consegue aumentá-la.
Publicada por . à(s) 17:18 0 comentários
sábado, 4 de setembro de 2010
Adeus...coração.
Acabou, não quero mais. Decididamente não quero mais. Não espero nem mais um minuto.
Não aceito mais uma espera. vou-me embora...vou mudar de vida, de casa, de rumo. vou mudar. Vou me mudar para longe, vou viajar muitos km ate te encontrar. Vou partir e vou recuperar os destroços em que te deixei. Adeus velho coração.
Publicada por . à(s) 11:13 0 comentários
Re(volta)
Sei que necessitamos sempre de uma justificação para tudo, mas desta vez as justificações são mais do que dispensáveis e, por isso, não surgem.
Já voltei e fui. Já fui e voltei.
E hoje é o dia do 'voltei'.
O do 'fui' não sei quando está para vir.
Publicada por . à(s) 10:29 0 comentários
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