Sabes quando tens aquela pergunta entalada na garganta que te apetece perguntar mas sabes que não deves mesmo fazê-lo, que não têm lógica, não faz sentido, magoa, e que mesmo assim está aqui, presa. A incomodar. A pedir resposta...
Sabes?
Para uma pergunta tão parva como esta só há uma solução ainda mais parva.
Vou comer um bocado da côdea de pão para fazer descer a pergunta antes que ela salte fora.
Hoje acho que intitulo este dia como o dia dos pensamentos altamente parvos.
Preciso de férias.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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